Vou tentar criar, aqui, um local para colocar informações que julgo importantes pra todos nós e também algumas informações sobre mim, minha família e, é claro, meus amigos.

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29 de novembro Quarta-feira


[Eles] são a posteridade bendita do Senhor, e os seus filhos estarão com eles. Isa. 65:23.


Tina estava no hospital às 3 horas da madrugada ouvindo a dolorosa respiração do seu pai. Esse era o homem que havia trocado suas fraldas e a ensinado a andar de bicicleta. Ele havia sido um estivador por quase a vida inteira, mas agora o câncer o reduzira a um fragmento de si mesmo, frágil e desorientado. O papai estava morrendo. Ele não podia mais lutar.


Tina pensou que poderia continuar a viver normalmente depois do funeral do pai. Mas muita coisa mudara. Ela era perseguida pelas lembranças do pai que não estava ali. O cheiro do perfume ou uma apreciada canção de Sinatra lhe causavam uma enxurrada de lágrimas. Tina diz: "Sei que sou adulta e que devo ser forte, mas tem dias em que me sinto uma criança de 4 anos de idade, e tudo o que eu quero é o papai."


Há um vazio quando nos separamos daqueles a quem amamos. Há um senso de solidão que ninguém mais, exceto aqueles muito próximos de nós, pode preencher.


Perder entes queridos é algo devastador. Mães e pais que passaram pela experiência da morte trágica de seus filhos desejam vê-los outra vez. Viúvas e viúvos desejam abraçar seus cônjuges outra vez. Pergunte a um adolescente que perdeu o pai para o câncer, ou deixe que um estudante universitário cujo melhor amigo foi morto por um motorista bêbado fale, e eles lhe dirão o quanto desejam ver aquele a quem tanto amaram.


As Escrituras prometem essas felizes reuniões. Nosso Senhor tem as chaves da sepultura e da morte (Apoc. 1:18). Ele "[faz] novas todas as coisas". Apoc. 21:5. Haverá uma feliz reunião naquele dia!


Nossos amados não se foram para sempre. O sepulcro não os tragou. Não os perdemos. Eles descansam em Jesus, em quem nunca poderão perder-se. Eles esperam a gloriosa ressurreição, onde, junto conosco, O encontrarão nos ares.


A morte nos traz uma solidão devastadora e cria um doloroso vazio. Mas a promessa da ressurreição alivia a dor e dá-nos, outra vez, esperança. Ela aponta para um tempo quando nunca mais nos separaremos.


Fonte: Meditações Diárias - Sobre a Rocha - Mark Finley - Casa Publicadora Brasileira.

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