7 de agosto Segunda-feira
E Ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. Mar. 4:39.
Embora fossem marujos experientes, os discÃpulos sentiram-se como criancinhas. Eles pensaram que não havia como contornar a situação. Tremendo de frio, seus músculos fervendo na tentativa de remar contra a tempestade, eles viram que estavam sendo arrastados para o alto-mar. Os discÃpulos estavam certos de que iriam perder a vida.
Foi então que focaram sua atenção em outra coisa. Eles desviaram o olhar da tempestade e olharam para Ele. Não havia ninguém mais no barco que pudesse ajudar. Será que Ele Se preocupava? Eles clamaram: "Mestre, não Te importas com nosso iminente naufrágio? Não Te importas que não tenhamos nada em que segurar-nos, nada em que possamos confiar? Quando toda a nossa genialidade humana falha, Tu não Te importas?"
Marcos 4:39 e 40 diz: "E Ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. Então, lhes disse: Por que sois assim tÃmidos?"
A única razão para temer a tempestade é você ficar remando o seu próprio barco, com o foco na tempestade. Quanto mais você olha para as ondas e as nuvens negras, quanto mais você escuta os trovões e vê os relâmpagos, mais temeroso fica o seu coração. Ellen White escreveu: "A fé viva no Redentor serena o mar da vida, e Ele nos guardará do perigo pela maneira que sabe ser a melhor." – O Desejado de Todas as Nações, pág. 336.
Se já houve um tempo para que ajustássemos nossas prioridades, este tempo é agora. Se já houve um tempo de reajustar o foco de nossa visão, de saber que nosso coração é um com Deus, e de saber que Jesus está a bordo de nosso barco, este tempo é agora.
Fonte: Meditações Diárias - Sobre a Rocha - Mark Finley - Casa Publicadora Brasileira.

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