Pois o Senhor ama aquilo que é direito e certo e não abandona os Seus servos fiéis. Ele sempre protege o Seu povo. Salmo 37:28.
Deus disse a Moisés que os israelitas estavam sofrendo muito como escravos no Egito e haviam clamado a Ele por livramento. Estavam com o coração mais preparado agora do que quarenta anos atrás.
– Senhor, e se eles pedirem minhas credenciais? – perguntou Moisés. – O que devo dizer? Como vão ter certeza de que fui enviado por Ti?De fato, muitos israelitas haviam se contaminado com os costumes egípcios e haviam se esquecido de Deus. Mas quando Moisés lhes dissesse o nome de quem o enviara, eles se lembrariam. Os nomes tinham muita importância naquela época.
– Diga-lhes que o EU SOU o enviou – Deus respondeu.Foi com esse nome que Deus Se identificou a Abraão quando fez um pacto com ele. Significava "Aquele que é Eterno e que existe por Si mesmo". Era um nome único, que só poderia ser atribuído o Deus. As táticas divinas "de guerra" foram ensinadas a Moisés. Ele deveria primeiramente reunir os líderes israelitas e contar-lhes acerca do livramento que aconteceria em breve.
Depois disso, Moisés e os representantes do povo de Israel deveriam falar com Faraó e pedir-lhe permissão para que os deixasse oferecer sacrifício a Deus no deserto. Se o rei não consentisse, Deus castigaria os egípcios. Seria difícil, mas Faraó acabaria concordando. Os israelitas deveriam se preparar para a viagem. Deviam pedir aos egípcios objetos de valor. Quando Deus começasse a operar alguns sinais, eles ficariam com medo e dariam tudo o que lhes fosse pedido.Moisés temia que não fosse suficiente contar aos israelitas que Deus o enviara para libertá-los. Eles precisariam ter alguma prova mais concreta.
Então Deus disse para Moisés atirar ao chão a vara usada para conduzir as ovelhas. Ele obedeceu e imediatamente a vara se transformou numa cobra. Moisés se afastou dela. Foi-lhe dito para apanhá-la pelo rabo. E ele o fez. Ela se transformou novamente em vara. Depois foi a vez de um milagre físico. Deus mandou que Moisés colocasse a mão no peito. Quando ele a tirou de dentro da roupa, a mão estava leprosa. Atendendo novamente à ordem de colocá-la no peito, a mão ficou boa.
Aquelas eram "táticas" de guerra muito estranhas. Mas Deus as dera e certamente funcionariam.
fonte: Central de Diretores JA (colaboração Rosiene Morais)

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